Cookies nos ajudam na concessão de serviços. Ao aceitar usar os nossos serviços você aceita também o uso de cookies.
Saiba mais Entendi
Dakar 2017
Roboforex is an official sponsor
of "Starikovich-Heskes Team"
at the Dakar 2017
Principal / Iniciantes / Início da Negociação no Forex / Análise Fundamental / Instituições Financeiras
Faça sua Pergunta
Não encontrou a informação que você precisa? Faça sua pergunta e tenha a resposta online!
Entrar no Bate-Papo
Ou digitar seu número de telefone no formulário abaixo e nós ligamos de volta para você agora mesmo.
Ligar de volta




Instituições Financeiras

As instituições financeiras são os principais intervenientes no mercado cambial. Entre elas temos fundos de investimento, seguros e pensões, bancos comerciais e estatais e empresas corretoras. Um lugar de destaque têm algumas instituições do sistema financeiro, como a Reserva Federal dos EUA, o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu e o Banco do Japão. São elas que determinam a política financeira e de crédito não apenas em seus próprios países, mas influenciam também a economia global no seu todo.

Sistema de Reserva Federal dos EUA

Web site: www.federalreserve.gov

A Reserva Federal dos Estados Unidos da América (em inglês oficialmente: Federal Reserve System, mas conhecida simplesmente como Federal Reserve e informalmente como Fed)  é o banco central dos EUA e foi instituída pela Lei da Reserva Federal, de 23 de dezembro de 1913.
A Reserva Federal é constituída por:
  • 12 Bancos regionais da Reserva Federal;
  • Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal;
  • Bancos privados;
  • Comitê do Mercado Aberto;
  • Conselhos consultivos.
De acordo com a lei da Reserva Federal, ela possui o estatuto legal de uma instituição financeira especial, que combina em si indícios de uma agência governamental pública e de uma entidade jurídica independente. Muitas instituições financeiras norte-americanas obtêm crédito da Reserva Federal.

O Centro de Emissão é independente do governo, o que é feito com o fim de:
  • equilibrar os interesses dos contribuintes e do governo;
  • evitar o recurso a emissão de dinheiro a favor dos interesses correntes do Governo dos EUA.
Funções da Reserva Federal:
  • equilibrar os interesses nacionais e os interesses dos bancos comerciais;
  • exercer as suas funções como banco central dos EUA;
  • regular as instituições bancárias;
  • gerir a massa monetária;
  • proteger os credores;
  • garantir condições estáveis nas quais as instituições do sistema financeiro sejam capazes de minimizar os riscos sistêmicos nos mercados financeiros;
  • cooperar com o governo dos EUA e os organismos oficiais internacionais;
  • regular a liquidez a nível local;
  • Participar em operações de pagamento domésticas e internacionais;
  • fortalecer a economia dos EUA.
Estrutura Organizacional
O órgão de administração da Reserva Federal é o Conselho de Governadores. Ele é formado por sete membros, nomeados pelo Presidente e com o acordo do Senado do Congresso dos Estados Unidos. O mandato de cada membro é de 14 anos, passível de ser renovável após esse período. O Conselho de Governadores é encabeçado pelo presidente, que no presente momento é Ben Bernanke, e seu vice, Donald Kohn.

Funções do Conselho de Governadores:
  • desenvolver os requisitos para a moeda de reserva;
  • acompanhar o funcionamento estável da Reserva Federal;
  • controlar através da regulação.
Bancos da Reserva Federal

Da Reserva Federal fazem parte os 12 bancos regionais da Reserva Federal, que são instituições financeiras públicas. Cada um destes departamentos regionais tem o seu próprio conselho de governadores. Os membros do conselho estão divididos nas classes A, B e C, com 3 membros por classe. Os membros da classe A são escolhidos pelos bancos acionistas da Reserva Federal entre os seus membros, sendo que cada um dos tipos de banco – pequenos, médios e grandes, escolhe um membro. Os membros da classe B são também escolhidos pelos bancos acionistas, mas estas são já pessoas que não estão ligadas ao sistema bancário. Além disso, cada um dos tipos de bancos - grandes, médios e pequenos – nomeia o seu representante.  Os governadores da classe C são nomeados pelo Conselho de Governadores da Receita Federal.

Lista dos Bancos da Reserva Federal:

www.newyorkfed.org – Banco da Reserva Federal (BRF) de Nova York
www.bos.frb.org - BRF de Boston
www.philadelphiafed.org - BRF de Filadélfia
www.richmondfed.org - BRF de Richmond
www.clevelandfed.org - BRF de Cleveland
www.frbatlanta.org   - BRF de Atlanta
www.stlouisfed.org - BRF de St. Louis
www.chicagofed.org - BRF de Chicago
www.minneapolisfed.org - BRF de Minniapolis
www.dallasfed.org - BRF de Dallas
www.kansascityfed.org – BRF de Kansas City
www.frbsf.org - BRF de San Francisco

Os departamentos regionais da Reserva Federal executam as seguintes funções:
  • em acordo com o Conselho de Governadores da Reserva Federal, determinam as taxas de juro;
  • cooperam com os depositários e o Governo dos Estados Unidos;
  • monitorizam a eficácia do funcionamento das instituições financeiras públicas regionais e outras instituições econômicas.
Comitê Federal do Mercado Aberto.
O Comitê Federal do Mercado Aberto (FOMC) é o principal órgão responsável pela política monetária.  Em termos organizacionais, ele está situado entre o Conselho de Governadores e os Bancos Federais da Reserva Federal. A sua tarefa é promover o crescimento econômico e manter a estabilidade de preços e monetária.
No FOMC são sete governadores e cinco representantes das unidades regionais, delegados pelo princípio da rotatividade de pessoal, que têm o direito de voto.

Bancos acionistas
O nível mais baixo na estrutura organizacional da Fed são os Bancos que possuem ações da Reserva Federal. As ações, que os bancos recebem em troca de capital de reserva, têm algumas limitações: não podem ser vendidas nem trocadas  e o dividendo das acções da Fed é fixo - 6% ao ano, independentemente do lucro da Reserva Federal.

Qualquer banco comercial que satisfaça os requisitos da Reserva Federal tem o direito a se tornar acionista do Banco da Reserva Federal. Atualmente, a Reserva Federal inclui 38% de todos os bancos americanos e cooperativas de crédito, o que soma um total de cerca de 5,7 mil pessoas jurídicas.

Os bancos acionistas da Reserva Federal têm as seguintes funções:
  • receber um dividendo de 6% ao ano sobre as ações da Reserva Fderal;
  • nomear seis dos nove governadores do Banco local da Reserva Federal.
Estas instituições financeiras são responsáveis ​​por cerca de 70% de todos os depósitos do sistema de crédito americano. Por essa razão, eles são justamente considerados os maiores bancos comerciais privados. Eles fazem parte dos bancos acionistas da Reserva Federal e recebem por isso um dividendo anual de 6%. Além do mais, os bancos-membros da Reserva Federal são clientes de um dos bancos da Reserva Federal e podem recorrer aos seus serviços para obter determinado volume de dinheiro que lhe seja necessário. Quando um destes bancos recorre ao Banco da Reserva Federal não existem restrições na obtenção de empréstimos, como acontece com um banco comercial, porque para as suas operações ativas, o Banco da Reserva Federal tem os recursos de toda a Reserva Federal. Os bancos que não são membros da Reserva Federal têm que recorrer aos serviços de outros bancos.

A principal tarefa da Reserva Federal é fomentar e apoiar condições econômicas favoráveis que permitam às instituições do sistema financeiro dos EUA se desenvolverem. Para tal, a Reserva Federal tem algumas formas de atuação sobre a circulação de dinheiro e os empréstimos bancários. O objeto da ação de qualquer iniciativa da Reserva Federal são as reservas bancárias. Nos bancos da Reserva Federal encontram-se depósitos de bancos-membros da Reserva Federal. Estes depósitos são a parte principal de todas as reservas dos bancos-membros do sistema. Dependendo dos métodos de regulação da política monetária, a Reserva Federal pode reduzir ou aumentar as reservas bancárias, dependendo do tipo de impacto que se deseja obter nos processos econômicos: restrição ou estímulo. Assim, a Reserva Federal pode seguir uma política de desencorajamento ou de incentivo ao crédito.

A Reserva Federal tem o seu próprio orçamento, as suas atividades são financiadas pelos lucros provenientes das operações e das emissões de dinheiro. Por isso, do ponto de vista financeiro, a Reserva Federal é completamente independente. O Congresso delegou a uma das suas subdivisões o direito de emitir dinheiro, mais precisamente ao Comitê Federal de operações do Mercado Aberto. Ele foi fundado ainda em 1936, como parte do Conselho de Governadores. Atualmente, ele se tornou a principal entidade operacional da Reserva Federal. Anualmente, o Tesouro dos EUA recebe entre 15 e 20 bilhões de dólares da Reserva Federal.
A Reserva Federal é uma instituição financeira pública independente e nem mesmo o presidente dos Estados Unidos tem o direito de lhe dar qualquer instrução ou demitir Governadores.

Por lei, cada banco-membro da Reserva Federal é suposto manter uma certa quantidade dos recursos captados em forma de reservas não rentáveis, parte das quais em forma de depósito no Banco Regional da Reserva Federal  e outra parte em dinheiro. À mesma lei estão sujeitos os bancos que não são membro da Reserva Federal, com a diferença de que, para estes, as normas das reservas são regulamentadas pelas leis locais, enquanto as reservas propriamente ditas podem ser guardadas de forma que traga renda: investimentos em títulos públicos a curto prazo, depósitos em outros bancos, etc. É por esta razão que os bancos dos estados saem frequentemente da Reserva Federal ou se recusam a se tornar membros dela. A saída dos bancos do Sistema da Reserva Federal é testemunho da inexistência de uma política de Estado únicas para a regulação da atividade bancária.

As decisões da Reserva Federal são absolutamente independentes e não necessitam da aprovação do Presidente ou das outras agências governamentais. A Reserva Federal fornece um relatório anual sobre suas atividades à Câmara dos Representantes dos EUA e, duas vezes por ano, ao Comité Bancário responsável pela auditoria do funcionamento do Sistema da Reserva Federal Americana.
 
Banco da Inglaterra
Web site: www.bankofengland.co.uk
 
É impossível imaginar as instituições financeiras do Reino Unido sem o Banco da Inglaterra - um organismo público que desempenha as funções do banco central da Grã-Bretanha. As suas atribuições incluem a organização do funcionamento do Comitê da Política Monetária, comité este responsável pelo funcionamento do sistema monetário do país. O Banco da Inglaterra foi criado em 1694 e é, desde então até aos dias de hoje, o banco do Governo da Grã-Bretanha.

Em conformidade com a Lei do Banco da Inglaterra, ele é gerido por um Conselho de Administração, que é formado por um administrador, dois adjuntos e os dezesseis membros. Os funcionários do Conselho são nomeados por decreto real.

A duração do mandato do administrador e seus adjuntos é de cinco anos, a dos membros do Conselho de Administração é de três anos. Qualquer um deles poderá cumprir um segundo mandato.

As reuniões do Conselho de Administração terão que ter uma periodicidade superior a uma vez por mês. Nelas se discutem as questões de gestão do banco. As questões da política monetária são tratadas à parte pelo Comitê da Política Monetária.

Funções do Banco da Inglaterra
Sobre o Banco da Inglaterra recaem todas as funções inerentes à principal instituição financeira do país. Ele se envolve na resolução de questões em áreas-chave como:
  • Estabilidade da taxa de câmbio e poder de compra da libra esterlina. Os principais sinais de estabilidade monetária são, como se sabe, a confiança em relação à moeda nacional e a estabilidade dos preços. A confiança é reforçada quando os preços sobem em conformidade com os parâmetros inflacionários designados pelo Governo. Uma das alavancas utilizadas para a resolução deste problema é a alteração das taxas de juros, que é estabelecida pelo Comitê da Política Monetária do Banco da Inglaterra.
  • Funcionamento estável das instituições do sistema financeiro, tanto nacional, como internacional. Neste âmbito se pressupõe a proteção do sistema financeiro de tudo aquilo que possa ameaçá-lo. As ameaças do sistema financeiro são estudadas pelos serviços de análise e órgãos de supervisão do Banco e são eliminadas com a ajuda de operações financeiras e outras operações realizadas nos mercados interno e externo.
  • Funcionamento eficiente do setor financeiro do Reino Unido. Para garantir a estabilidade financeira e monetária, o Banco da Inglaterra trabalha em cooperação com agências como a Autoridade de Supervisão Financeira da Grã-Bretanha (também conhecida como Autoridade de Serviços Financeiros), o Tesouro do Reino Unido, outros bancos centrais e instituições internacionais.
Banco Central Europeu
Web site: www.ecb.eu
 
As instituições financeiras da Europa são representadas pelo Banco Central Europeu – o banco central da União Europeia, instituído no dia 1 de junho de 1998.

As principais funções do Banco Central Europeu são:
• Emitir o Euro;
• Desenvolver e implementar a política monetária da UE;
• Gerir e controlar as reservas cambiais na Zona Euro;
• Regular as taxas de juro;
• Garantir a estabilidade dos preços na União Europeia, isto é, manter a taxa de inflação abaixo dos dois por cento.

Estrutura do Banco Central Europeu:

Comissão Executiva – É composta por seis pessoas (o Presidente, o Vice-Presidente e quatro vogais). A nomeação dos membros da Comissão Executiva é proposta pelo Conselho do BCE e aprovado pelos chefes de Estado da zona euro e pelo Parlamento Europeu. O mandato dos membros da Comissão Executiva é de oito anos. Atual formação da Comissão Executiva:
  • Presidente: Mario Draghi;
  • Vice-Presidente do BCE: Vítor Constâncio;
  • Os membros (vogais) do conselho do BCE: Jörg Asmussen, Benoît Cœuré, José Manuel González-Páramo , Peter Praet.
Conselho de Governadores do BCE (ou simplesmente Conselho do BCE) – É composto pelos seis membros da Comissão Executiva e pelos governadores dos bancos centrais dos países da zona euros. Dois terços dos assentos são geralmente ocupados por representantes de instituições financeiras estaduais dos quatro maiores países: Alemanha, França, Espanha e Itália.

Direito de voto têm apenas os membros do Conselho do BCE, que terão que estar fisicamente presentes na reunião ou participar dela através de teleconferência. Se algum dos membros estiver impedido de comparecer nas reuniões durante um longo período, ele pode nomear um substituto.

A validação do voto requer, no mínimo, o voto de quatro dos seis membros do Conselho, no entanto, para reuniões de emergência do BCE, não se estabelece limiar mínimo de presenças. A decisão aprovada nas reuniões é aquela que obtém a maioria dos votos. Em caso de empate, o voto do presidente será o decisivo. As questões relacionadas com o capital e a distribuição de lucros do BCE são também decididas por votação, sendo o peso de cada voto proporcional ao tamanho da contribuição dos bancos nacionais para o capital social do BCE.

O Banco Central Europeu e as instituições nacionais financeiras (os Bancos Centrais) dos 27 Estados-membros da UE formam um organismo supranacional: o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC).

Este sistema existe como uma parte inalienável do processo de instauração das moedas europeias e das estruturas econômicas. Do ponto de vista organizacional, o SEBC faz lembrar a Reserva Federal dos EUA. Se a Reserva Federal Americana é composta por doze Bancos da Reserva Federal, cujos presidentes fazem parte dos órgãos executivos superiores da Reserva Federal, então no SEBC, este papel é desempenhado pelos bancos centrais dos Estados-membros da UE.

Composição do SEBC:
  • Banco Central Europeu;
  • Banco Central da Alemanha – Governador: Jens Weidmann
  • Banco Central da Bélgica – Governador: Luc Coene;
  • Banco Central da Grécia – Governador: Georgios Provopoulos;
  • Banco Central da França – Governador: Christian Noyer;
  • Banco Central da Espanha – Governador: Miguel Fernandez Ordóñez;
  • Instituto Monetário do Luxemburgo.
As instituições do sistema financeiro na Dinamarca, Suécia e Reino Unido também fazem parte do Sistema Europeu de Bancos Centrais, mas não pertencem à zona euro, pelo que não têm o direito de votar em questões referentes à política monetária única na zona euro nem implementar decisões já tomadas. Todos os bancos centrais da zona euro estão totalmente subordinados ao Banco Central Europeu.

O Sistema Europeu de Bancos Centrais foi criado em conformidade com o Estatuto do SEBC e do BCE para manutenção da estabilidade dos preços e estabilidade cambial na zona euro. Para alcançar este objectivo, o SEBC tem que cumprir as seguintes tarefas:
  • Desenvolver e implementar uma política monetária única. Esta política é definida pelo Conselho de Governadores do BCE. A política monetária única deve atender aos seguintes princípios: igualdade de direitos para todos os participantes do mercado, observância das condições do mercado, simplicidade, descentralização, continuidade, eficiência máxima a um custo baixo, observância das decisões administrativas do SEBC.
  • Garantir as reservas cambiais dos países-membros e realizar as operações cambiais. A administração das reservas da moeda oficial dos estados-membros do sistema da Moeda Única cabe ao Sistema Europeu de Bancos Centrais.
Banco do Japão
Web site: www.boj.or.jp
 
As instituições financeiras públicas do Japão são lideradas pelo Banco Central do Japão, instituído em 1882. As suas responsabilidades incluem e emissão do papel-moeda japonês, assegurar a estabilidade financeira e estabilidade de preços, definir a política monetária nacional e criar condições para um crescimento económico sustentável.

Administração
O desenvolvimento e implementação da política monetária do Banco do Japão está a cargo do Conselho de Administração. É constituído pelo governador, dois vice-governadores e seis diretores executivos.

Para concretizar os seus objetivos, o Banco do Japão atua nas seguintes áreas:
  • gestão da política monetária;
  • emissão das notas bancárias nacionais;
  • assegura o funcionamento estável do sistema financeiro e fornece serviços de pagamento;
  • monitorização e controle da situação das instituições financeiras;
  • realização de operações de pagamento entre bancos do país;
  • credor de última instância;
  • operações financeiras e transações com outros Estados;
  • operações com Títulos Públicos e Títulos do Tesouro;
  • intervenção no mercado cambial;
  • estudos económicos, publicações, revisões, análise;
  • contatos internacionais.
Para conduzir a sua política monetária, o Banco do Japão necessita estar a par da situação financeira e económica do país. É por esta razão que o Banco Central do Japão realiza estudos sobre a informação estatística e publica posteriormente os dados sobre o Índice de Preços para serviços corporativos e o Índice de preços para o comércio por atacado. Pela mesma razão, também executa uma revisão geral da atividade empresarial, conhecida como Tenkan.